Foi com o passar do tempo que eu comecei a aperceber-me que tu já não querias saber. Apercebi-me de que nem vestindo a minha melhor roupa tu irias reparar em mim; apercebi-me que, por mais perfume que deitasse, tu não irias sentir pois jamais te chegaste perto de mim o suficiente para que isso fosse possível.
Comecei a perceber que a cada dia que passava mais de ti se ia embora, mais de ti eu perdia. Mas continuava a lembrar-me do som da tua voz e até do teu perfume.
Dou por mim a agir e a imaginar a tua reação se ali estivesses comigo. Juro por tudo que até há vezes em que consigo adivinhar aquilo que dirias; que consigo ouvir o som da tua gargalhada e que até consigo calcular a piada que irias fazer logo de seguida.
Dou por mim a agir e a imaginar a tua reação se ali estivesses comigo. Juro por tudo que até há vezes em que consigo adivinhar aquilo que dirias; que consigo ouvir o som da tua gargalhada e que até consigo calcular a piada que irias fazer logo de seguida.
Isto acontece e eu fico assustada. Fico mesmo. É aí que eu me apercebo do quanto eu estou dependente de ti, do quanto eu preciso de ti.
Eu nem consigo mentalizar-me que tu já não estás aqui. Não consigo metalizar-me que o melhor é deixar-te para trás e seguir com a minha vidinha em frente. Eu nem falo do assunto porque falar disso torna as coisas tão reais, e não é esta a realidade que eu quero para mim. Quantas vezes me apeteceu escrever e nem disso fui capaz. Eu quero-te aqui, comigo, bem perto.
Então, para substituir a tua ausência e todo o vazio que ela implica, comecei a refugiar-me em tudo aquilo que me faz estar perto de ti: um simples lugar ou naquelas músicas que nada tinham haver comigo mas que só por gostares passei a ouvir.
Ridículo ?! Talvez, mas que posso eu fazer ? Que posso eu fazer se não consigo arranjar maneira de lidar com esta situação?!
Foi, então, naquela sexta feira em que o álcool substituiu a nossa consciência que falámos. Eu sinceramente, acho que não ficou nada por te dizer. Talvez não o disse da melhor forma: fui fria em muitas das vezes carinhosa noutras. Eu não tinha noção do que estava a fazer e tu também não.
E agora, essa noite anda ás voltas na minha cabeça a toda a hora.
Foste tão contraditório que não consigo chegar a uma conclusão concreta. Disseste que de mim só querias amizade, mas depois já estavas bem perto de mim , a rires-te e a brincar comigo, a agarrares-me. Até do frio me protegeste dando-me o teu polo, que foi só das coisas mais confortáveis que me lembro de ter usado nos últimos tempos. Voltei a sentir aquela sensação de segurança, e admito que foi muito bom.
Foi tão gratificante voltar a ouvir-te a dizer o meu nome, voltar a rir contigo, voltar a conversar contigo que eu até tenho medo que nada disto volte a acontecer.
"Eu estou confuso Tatiana". São estas as palavras que soam a todo o instante na minha cabeça. Fui o mais sincera possível contigo e vou sê-lo sempre ! É por isso que volto a dizer: eu ainda tenho esperança.
Posso ter feito muita figurinha, mas se me perguntarem se eu me arrependo digo sem sombra de dúvida que não, pois foi assim que tive a certeza que eu ainda mexo contigo, que não te sou indiferente.
A pulseira está sempre comigo, tal como tudo aquilo que tem a ver contigo. Eu estou aqui, eu estou sempre aqui e só espero que coisas boas venham. Quero-te tanto.
Eu nem consigo mentalizar-me que tu já não estás aqui. Não consigo metalizar-me que o melhor é deixar-te para trás e seguir com a minha vidinha em frente. Eu nem falo do assunto porque falar disso torna as coisas tão reais, e não é esta a realidade que eu quero para mim. Quantas vezes me apeteceu escrever e nem disso fui capaz. Eu quero-te aqui, comigo, bem perto.
Então, para substituir a tua ausência e todo o vazio que ela implica, comecei a refugiar-me em tudo aquilo que me faz estar perto de ti: um simples lugar ou naquelas músicas que nada tinham haver comigo mas que só por gostares passei a ouvir.
Ridículo ?! Talvez, mas que posso eu fazer ? Que posso eu fazer se não consigo arranjar maneira de lidar com esta situação?!
Foi, então, naquela sexta feira em que o álcool substituiu a nossa consciência que falámos. Eu sinceramente, acho que não ficou nada por te dizer. Talvez não o disse da melhor forma: fui fria em muitas das vezes carinhosa noutras. Eu não tinha noção do que estava a fazer e tu também não.
E agora, essa noite anda ás voltas na minha cabeça a toda a hora.
Foste tão contraditório que não consigo chegar a uma conclusão concreta. Disseste que de mim só querias amizade, mas depois já estavas bem perto de mim , a rires-te e a brincar comigo, a agarrares-me. Até do frio me protegeste dando-me o teu polo, que foi só das coisas mais confortáveis que me lembro de ter usado nos últimos tempos. Voltei a sentir aquela sensação de segurança, e admito que foi muito bom.
Foi tão gratificante voltar a ouvir-te a dizer o meu nome, voltar a rir contigo, voltar a conversar contigo que eu até tenho medo que nada disto volte a acontecer.
"Eu estou confuso Tatiana". São estas as palavras que soam a todo o instante na minha cabeça. Fui o mais sincera possível contigo e vou sê-lo sempre ! É por isso que volto a dizer: eu ainda tenho esperança.
Posso ter feito muita figurinha, mas se me perguntarem se eu me arrependo digo sem sombra de dúvida que não, pois foi assim que tive a certeza que eu ainda mexo contigo, que não te sou indiferente.
A pulseira está sempre comigo, tal como tudo aquilo que tem a ver contigo. Eu estou aqui, eu estou sempre aqui e só espero que coisas boas venham. Quero-te tanto.
baby, stay strong !!! "O que foi dito bebado foi pensado sobrio ! " lembra-te , estou sempre aqui para ti , sabes bem ! Love you linda <3
ResponderEliminarObrigada babe, tambem estou aqui para ti , estamos uma pela outra <3 lyyyy
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